Nesse trecho do episódio do VGA, a gente compartilha a notícia do novo disco do Foo Fighters “Your Favorite Toy”, e um futuro e possível disco novo do Rodox que pode sair após a turnê desse ano. Fiquemos ligados!
Também reagimos a cantora Grace Graber com suas músicas e versões pop punk no instagram, trazendo alguns pontos negativos e positivos. Por conta dos direitos autorais das músicas, evitamos passar a música toda no vídeo. Mas você consegue ouvir e ver todo o conteúdo dela, pelo intagram: @gracegrabermusic
Nesse episódio eu falo um pouco sobre a volta do Rodox e o impacto disso no Rock, enquanto eu desenho e tento falar ao mesmo tempo. Ou seja, a dislexia as vezes não me deixa desenhar e falar ao mesmo tempo 😂
Bom, mas tem coisas que não voltam por nostalgia. Voltam porque o tempo pediu. E hoje, parece que o tempo tá pedindo pelo rock de novo. O tempo pediu pelo @rodoxoriginals de novo!
Talvez o mais interessante não seja o fato da banda ter voltado, mas por que a gente precisava ouvir e viver isso de novo agora. Esse ano está com cheiro dos anos 90 e início de 2000. O tempo pediu e o rock está respondendo!
Nesse vídeo eu converso sobre processos e técnicas para fazer pintura digital no photoshop, para que o resultado final seja uma ilustração sem linha, ou lineart.
As dicas vão desde o processo e experiência com a arte tradicional, para a reprodução no digital. Mas se você não teve experiência com o tradicional, as dicas também servirão.
É esprado que você já tenha um certo conhecimento do Photoshop, pois eu falo sobre a ferramenta Clipping Mask ou Máscara de Corte. Caso você não saiba como faz, o atalho no teclado é CTRL + ALT + G. Qualquer dúvida, deixe nos comentários.
Como todo ano, trago uma reflexão sobre o meu ano, meus aprendizados, minhas lembranças e histórias.
Foi um ano em que percebi que precisava aprender a ouvir com mais intenção e falar menos. Dar palco para as pessoas falarem, e me tornar um lugar de confiança para que possam ser ouvidas. Percebi que amo colecionar histórias, ouvir e viajar nessas histórias.
Olá, meus queridos ouvintes do Vida em Geral. Está no ar mais um episódio. E hoje vamos falar sobre a morte lenta dos hobbies.
Eu estava conversando sobre isso com alguns amigos, e eu percebi que eu estava sem hobbies nos ultimos anos, porque simplesmente eu tinha assassinado e envenenado eles, com os motivos que vamos desenrolar nesse episódio.
Se você identificar essa perda da prática dos hobbies, compartilhe aqui, quero ler suas histórias e seus comentários no próximo episódio.
O Vida em Geral nasceu há algumas semanas, e tenho ficado feliz em compartilhar esse projeto com você. Esse podcast é um espaço criado para conversar sobre a vida como ela realmente é: rotina, fé, propósito, música, família e tudo aquilo que compõe o nosso dia a dia de forma simples e honesta. Sem filtros ou perfeições, apenas conversas reais sobre o ordinário e sobre o que realmente importa.
Enquanto eu preparava o lançamento, algo ficou muito claro pra mim: todo mundo deveria ter o seu próprio podcast. E isso não é exagero. Um podcast te dá voz. Ele permite que você fale com profundidade, com calma e com autenticidade, sem depender de edições mirabolantes ou do humor do algoritmo. Além disso, cria conexão de verdade. Eu gosto daqueles no estilo de programa de rádio, pois, o podcast estabelece uma intimidade que poucos formatos conseguem oferecer. As pessoas te escutam enquanto dirigem, treinam, trabalham ou cozinham, e você se torna uma companhia próxima, quase parte da rotina delas.
Outro ponto é que criar um podcast é mais simples e acessível do que parece. Não exige grandes investimentos; exige honestidade e propósito. Um tema sincero e a sua personalidade já são um ótimo começo. Sem contar que um podcast fortalece sua presença digital de uma forma natural e orgânica. E talvez o melhor de tudo: oferece liberdade criativa total. O ritmo, o formato, o tom, é todo seu.
E foi por todos esses motivos que decidi lançar o Vida em Geral. Eu queria um espaço para conversar sobre o que realmente importa, no estilo de programa de rádio que sempre me acompanhou e que eu sempre gostei de ouvir: aquele papo que acolhe, que conecta e que caminha junto com você no meio da sua rotina.
E eu fiz muito mais pra mim do que por mera criação de conteúdo. Criar um podcast pra mim, é mais sobre um autocrescimento, autodesenvolvimento pessoal, pois, sou uma pessoa que consegue expressar minhas ideias e minhas convicções muito mais na escrita, do que no papo, no diálogo, então, isso é mais pra forjar como um bom comunicador que deseja passar de maneira simples o que eu acredito, minhas opiniões e ideias. Então, é muito mais pra mim, do que pra você. Um conselho seria esse: faça por você!
Então, já te convido a seguir o Vida em Geral, compartilhar e fazer parte disso. E, se você tem uma ideia guardada aí, não espera mais: começa o seu podcast também. O mundo precisa da sua voz.